• Sonia Monteiro

Luz & Sombra – Mecanismo Quântico do Universo

Fluxo de Progressão ou Ascensão


Nunca foi exatamente uma luta entre a Luz e Trevas, Bem e Mal, foi sim, sempre, uma busca da Luz em diversos níveis conscienciais de abarcar as Trevas/Sombras, na função de iluminar o que está oculto, integrar as polaridades Feminino e Masculino, não se trata de homens e mulheres, sim fluxo de Progressão que rege o Universo de Polaridades, na dimensão da fisicalidade conhecemos como Arquétipos (aquilo que é comum ao coletivo).

Já vivemos Eras de Luz. Que são como Eclipses, ou seja, são provisórias no ciclo, pertencem ao ciclo, mas o movimento sempre continua e também chegam nas Eras de Trevas, e continuam sucessivamente.


O movimento cíclico continuará até ser completado um ciclo ainda mais abrangente, um circulo, neste ponto quântico, há uma convergência harmônica, como uma explosão, e os fragmentos desta explosão, reiniciam os movimentos cíclicos, podem ser fragmentos de Luz, Fragmentos de Trevas ou Fragmentos híbridos (mesclados) e a depender dessa configuração de cada fragmento, se estabelece uma nova vertente.


Estes ciclos podem ser de padrões repetitivos para absorverem as grandes lições de níveis de consciência, são coletivas e estão associadas a varias dimensões simultâneas. A exemplo de cada alma que pode ter ciclos de 7 ou 9 encarnações, para absorver ou completar lições chave, como em tudo, do micro ao macro.

Portanto somos fragmentos de nossos ancestrais também, temos em nossa memória toda a história da linha do tempo, mas cada agrupamento pode ter se formado em geometrias diferentes, o que ocasiona acessos a pontos de memórias um tanto diferentes ou de intensidades diferentes.


Todos nós temos na base, memórias instintivas, remotas, que acionam gatilhos profundos de sobrevivência, como comer, proteger-se das intempéries do clima, manter e sustentar a vida, como em todo o Universo da Criação, Vida= Graal, todos tem um papel destinado a essa missão, independente de como cumprir. No fluxo Criativo, não há presença de campo emocional, de juízo de valor, ou escolhas de lado, há apenas o fluxo em si, não importa a polaridade que esteja associado, vai seguir instintivamente na sustentação.

Por exemplo, se vc estiver “num momento” conectado ao caos das trevas, vai sustentar isso a todo custo, vai dar a vida por isso, vai viver e morrer seu ciclo por isso, esse é o seu papel, o mesmo acontece se estiver conectado à Luz, e também ao “misto”/duplo, neste caso, alimentará Luz e abraçará trevas, pois a busca é sempre em direção a integração, esteja ou não consciente de que núcleo está mais conectado.


No fluxo contínuum, é possível, acessar cada vez mais níveis de consciência, ou seja, vai passando a compreender o fluxo e não só participar dele, isso também pertence ao ritmo da evolução, da progressão, naturalmente pertence, já são os “intuitivos”, que começam a perceber algo mais ampliado, o que propicia mais possibilidade de identificação ressonante, é como um imã de atração, ou seja, vibração.

Neste fluxo, de ascensão da consciência, acessando mais níveis dimensionais simultâneos, onde a frequência é absurdamente desafiadora, vai progredindo para o quântico, que tem uma percepção mais ilimitada e pode então mergulhar em mais intensidade, visando essa identificação ou sintonização de frequências, e assim por diante.


E quando entra num fluxo frequencial que não ressoa mais com um nível dimensional, escapa, como num lapso temporal e impacta em outro ciclo, isso que nesta dimensão pode ser chamado de Ascensão, onde podem, ainda estar alguns mestres ascensionados, que por esta definição, também moveram seus quantuns para estarem ainda em conexão com esta dimensão, ainda por estarem associados a memórias desta dimensão, ou seja, quanto mais expandimos no campo da consciência vamos criando um tipo de autonomia e aprendendo a nos mover dentro do fluxo e rede coletiva.

Dentro da visão sistêmica, que também se trata de uma memória, onde podemos ocupar os campos de acesso (fenomenológico), viajamos na linha do tempo, e podemos então, observar fluxos em andamento (haja vista que tudo acontece simultaneamente) de todos os tipos de fragmentos, como os primórdios de registros históricos onde havia uma grande proporção de instintivos.


O que sugere forte violência contra vida, nada mais é do que a sustentação dela, mas através das trevas, que são características que tendem mais a serem dissociativas do que convergentes, que são chamadas das perversões humanas e as contrárias, convergentes e cooperativas são chamadas de virtudes, sendo que a lógica mental do fluxo da vida/criação está compatível com as virtudes, união, gerando vibrações mais estáveis.


Neste campo dos instintivos, de buscar sobrevivência, priorizando as necessidades básicas do corpo físico, e também pelo propósito nuclear (integração das polaridades), e preservação da vida, envolve também a sexualidade. Ela traz em si possibilidades quânticas, um solo fértil para emergir Luz (informação), gerar vida (sustentação do fluxo), descompressão (aliviar tensões, mas aqui descarregar a raiva e medo acontece de forma intensa), cumprir pulsão (natureza do funcionamento do corpo, hormônios), prazer (mais instinto do que percepção), mas também Amor (contemplativo, essência do Ser), pois em cada fluxo tem os campos mais elevados em frequências e estas atrações sempre são possíveis e acontecem.

Historicamente, é intrigante, que apesar do instinto também ligado à sexualidade e muito expressado pelo próprio sexo, esse era relegado a menos importante, em detrimento à luta, pois esta liga-se ao propósito que traz mais força de espírito, até o próprio investimento de força física, esgota essa pulsão. Mas o fluir da raiva e de forma intensa, a qual mobiliza propulsão, também funciona canalizada pra libido.


Mentes brilhantes sempre existiram e tomam o protagonismo, mas servem também aos próprios núcleos de conexão.


O interessante é que historicamente, gera uma impressão que “alguns poucos” são protagonistas, mas a grande massa são tão absolutamente coadjuvantes que parecem até robóticos, vez ou outra, um ou outro, destaca-se e chega mais à superfície, mas de modo geral, parecem inexpressivos.


As grandes mentes movem a engrenagem, alguns bem no topo e outros no entorno, estes ligados aos fluxos mencionados.


Aqueles de nós que parecemos estar conectados ao fragmento misto, traz em si, alguma neutralidade, ou seja, somos influenciados pelas duas “partes”, mas dedicados ao esforço, missão de integração. Este é um lugar de grande risco, pois pode ceder à sedução ou armadilhas de uma das partes e ambas são muito intensas quando unificadas.


Deste ponto de vista, para a progressão natural do TODO, pouco importa Bom ou Mal, lados, trevas e luz, o propósito é sempre o encontro de integração, a manutenção do fluxo constante, contínuo e ascendente. Esse Todo no fluxo de progressão de consciência e dimensões, não regride, só avança...


Nós somos o fluxo, somos o Todo em nosso micro universo...

Também pertencemos a esta configuração e vamos progredindo na expansão da consciência e acessos às dimensões. Vamos então num fluxo, de absorver as “lições” macros, e também encerrar ciclos e isto acontece em ciclos dentro de ciclos, para nós, média de 7 a 9 vidas pelas lições macros, encerramos um ciclo, integramos e iniciamos outro e assim sucessivamente.

O Lapso de convergência está na neutralidade, no sair da repetição a vingança ou necessidades de compensação.


Existe maior tendência de estarmos agrupados por raça raiz, ligado ao DNA, não exatamente à cor da pele.


Como é histórica as lutas inter-raciais, podemos ser sensíveis aos gatilhos de memórias que provocam as sinapses necessárias para levar à consciência, fornecidas pela Luz...

Somos movidos pela rede e conectados ao todo, mais sensíveis às identificações convergentes, como marcas no DNA que possibilita agrupamentos e tais agrupamentos fortalecem o fluxo.


Somos células dentro de células.


Nem se preocupe em pensar no fim, porque deve se ater em si mesmo, que já é bem desafiador!!


Sonia Monteiro




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